Nesta terça-feira representantes de movimentos sociais ligados à questões de habitação, ocuparam um prédio no Centro do Rio. A ação aconteceu simultaneamente em várias cidades do país. O protesto foi para reivindicar mais atenção para a falta de moradia popular.
Ouça a reportagem completa que foi ao ar no Repórter Manchete, na Rádio Manchete, nesta terça-feira:
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terça-feira, 25 de novembro de 2008
Movimentos sociais lutam por reforma urbana
Postado por
Raquel Faillace
às
15:52
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sábado, 31 de maio de 2008
Fim de semana de protestos no Rio de Janeiro
Queridos amigos,
Cada vez mais a classe trabalhadora é desvalorizada nesse país. Mas como brasileiro é povo de fibra e não desiste nunca, só nos resta sair às ruas e botar a boca no trombone...
Profissionais e alunos de Educação Física do Rio e Espírito Santo realizaram protesto nas escadarias da Assembléia Legislativa, no centro da cidade. Eles reivindicam melhores condições de trabalho para a categoria, como décimo terceiro salário e férias. A principal reclamação é o piso salarial de 2 reais e 31 centavos hora/aula. A manifestação foi pacífica, apesar de muito barulhenta. As pessoas levaram cornetas, apitos, narizes de palhaço e faixas para expressar a indignação. Estudantes e professores encerraram o protesto cantando o Hino Nacional Brasileiro. Segundo o Conselho Regional de Educação Física, duas mil pessoas participaram do evento. A manifestação de hoje foi o início da campanha "Diga não ao trabalho escravo". A frase é uma resposta ao Sindicato das academias que aprovou o atual piso da categoria.
E nesta sexta-feira, alunos de medicina da UFRJ, UniRio e UERJ se uniram num protesto contra as péssimas condições dos hospitais universitários da cidade. Médicos e pacientes também participaram do evento, que fechou a Linha Vermelha por 35 minutos, pela manhã.
Confira a reportagem completa:
Cada vez mais a classe trabalhadora é desvalorizada nesse país. Mas como brasileiro é povo de fibra e não desiste nunca, só nos resta sair às ruas e botar a boca no trombone...
Profissionais e alunos de Educação Física do Rio e Espírito Santo realizaram protesto nas escadarias da Assembléia Legislativa, no centro da cidade. Eles reivindicam melhores condições de trabalho para a categoria, como décimo terceiro salário e férias. A principal reclamação é o piso salarial de 2 reais e 31 centavos hora/aula. A manifestação foi pacífica, apesar de muito barulhenta. As pessoas levaram cornetas, apitos, narizes de palhaço e faixas para expressar a indignação. Estudantes e professores encerraram o protesto cantando o Hino Nacional Brasileiro. Segundo o Conselho Regional de Educação Física, duas mil pessoas participaram do evento. A manifestação de hoje foi o início da campanha "Diga não ao trabalho escravo". A frase é uma resposta ao Sindicato das academias que aprovou o atual piso da categoria.
E nesta sexta-feira, alunos de medicina da UFRJ, UniRio e UERJ se uniram num protesto contra as péssimas condições dos hospitais universitários da cidade. Médicos e pacientes também participaram do evento, que fechou a Linha Vermelha por 35 minutos, pela manhã.
Confira a reportagem completa:
Postado por
Raquel Faillace
às
13:34
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